sexta-feira, janeiro 04, 2013

As mais belas tiras de Calvin e Haroldo

The Raccoon Story, por Bill Watterson.
The Raccoon Story, por Bill Watterson.
De todas as histórias criadas por Bill Watterson entre 1985 a 1995 estreladas por Calvin, um garoto hiperativo de seis anos de idade, com imaginação fértil, e Hobbes, seu tigre de pelúcia com nome de filósofo inglês que foi rebatizado como Haroldo aqui no Brasil, a minha predileta é aquela que ficou conhecida como “The Raccoon Story” (a “história do quati”).
The Raccoon Story, por Bill Watterson.
The Raccoon Story, por Bill Watterson.
The Raccoon Story, por Bill Watterson.
Esta seqüência de tirinhas, publicada originalmente em março de 1987, é a maior prova da capacidade que Bill Watterson possui de transformar uma HQ cômica em um veículo capaz de invocar emoções e pensamentos filosóficos de uma maneira comovente e inesperada. Não foram poucas as pessoas que conheço que me disseram que choraram ao acompanhar esta história do quatizinho.
The Raccoon Story, por Bill Watterson.
“Eu estou chorando porque aqui fora ele se foi, mas ainda continua dentro de mim”. A frase com a qual Calvin resume sua compreensão intuitiva acerca do maior mistério de todos é para mim uma das grandes frases da literatura de todos os tempos. É uma pena que Bill Watterson, após ter deixado de fazer as tiras de Calvin & Haroldo em 1995, não tenha publicado mais nada desde então.
The Raccoon Story, por Bill Watterson.
The Raccoon Story, por Bill Watterson.
The Raccoon Story, por Bill Watterson.
Esta seqüência de tiras está disponível, em seu formato original, no post “25 Great Calvin and Hobbes Strips”, do blog Progressive Boink, e em tamanho maior no blog Depósito do Calvin. Não deixe de visitar ainda o site oficial dos personagens, e de adquirir os livros de Bill Watterson, publicados no Brasil pela editora Conrad.
* * * * *
Imagino que você já deva conhecer a tira mais triste de todos os tempos. Que, alerto, não foi concebida por Bill Watterson, e sim por um fã de seus personagens.
A tira mais triste de todos os tempos.A tira mais triste de todos os tempos.
A tira mais triste de todos os tempos.A tira mais triste de todos os tempos.
Pois bem: um outro fã de Watterson, inconformado com o fim destinado aos personagens por essa tira apócrifa, desenhou uma continuação que faz jus ao diálogo trocado entre Calvin e Haroldo ao final da história do quati. Gostei. :D
Tradução feita por Sisto Sexto, do blog Depósito do Calvin.
Tradução feita por Sisto Sexto, do blog Depósito do Calvin.
Por Alexandre Inagaki
 

quinta-feira, dezembro 20, 2012

Todos os cães vão para o céu!!!!

Li o livro, 'Todos os cães vão para o céu'. Adorei, muito interessante e recomendo.
Os cachorros são muito mais sinceros e nobres do que nós no quesito sentimento.
São criaturas inocentes e, quando ruins, refletem o caráter do dono ou se defendem dos malditos humanos.
Não vejo motivo ou razão pelo qual os mesmos não mereçam o paraíso.
Sempre digo que, quando eu morrer, quero ir para onde meus cães forem.
Eles são os nossos verdadeiros amigos, que não nos abandonam mesmo! Seja na saúde ou na doença, na riqueza e na pobreza! Eles estão ali conosco com a mesma ingenuidade que nasceu e a mesma alegria infantil e amor incondicional.
Uma coisa é certa: se existe um ser que merece ir para o céu, são os cachorros, bem como todos os animais.



Sinopse:
Amigo, membro da família, guardião, consolador – um cachorro pode acrescentar muito à nossa vida. Essas adoráveis criaturas peludas de quatro patas são de fato presentes maravilhosos de Deus que nos trazem alegria, risos, aquecem nosso coração e completam nosso lar. Realmente os cães quase sempre parecem ter sido “enviados do Céu”.
Este livro fará você rir e refletir sobre alguns aspectos da sua vida enquanto se delicia com histórias reais de donos de cachorros que tiveram suas vidas transformadas pela convivência com os cães. Além disso, você desfrutará de momentos emocionantes enquanto aprende valiosas lições de espiritualidade, tais como:
  • Um pouco de obediência pode evitar a você muitos perigos.
  • Desfrutar da companhia do seu Dono é sempre bom.
  • Não há melhor lugar para se estar do que ao lado do Dono.
A verdade é que temos muito a aprender com os cães sobre amor, fidelidade, companheirismo e devoção, dentre outras coisas.
Você acabará por descobrir que está
apenas a quatro patas da eternidade!
 E tem o filme, 'Todos os cães merecem o céu". Quem não leu, ou assistiu ao filme, eu recomendo. Realmente os cães parecem ter sido 'enviados do Céu'.
Acho que eles vão estar lá muito antes de qualquer um de nós.

terça-feira, dezembro 18, 2012


Esta selecção de fotos
Quem menos tem, mais dá…
Quem alimenta um animal faminto, alimenta a própria  alma...
Charlie Chaplin



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Sem abrigo pede a presença do seu cão, nos últimos momentos.
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segunda-feira, dezembro 17, 2012

Todos os cães merecem o céu!!!!

Eu gosto muito de falar que: Todos os cães merecem o céu!!!! 


Foi o título de um dos primeiros filmes que assisti no tempo de vídeo-cassete. “Todos os Cães Merecem o Céu” (All Dogs Go To Heaven). Recomendo, muito bom.
Charlie é um pastor alemão sem escrúpulos com um passado obscuro, que foge da prisão de New Orleans, ajudado pelo seu fiel amigo. Vai tentar vingar-se do seu antigo companheiro de jogo, ‘Cicatriz’, que havia misteriosamente enriquecido durante o tempo que Charlie passara na cadeia.
Só que ‘Cicatriz’ não tenciona dividir a sua riqueza com mais ninguém e por isso arranja um plano diabolicamente eficaz para trair Charlie e afastá-lo para sempre do seu caminho. Charlie acaba por descobrir que ‘Cicatriz’ tinha sequestrado Ana Maria e que a usava para ganhar ao jogo.

Todos os Cães Merecem o Céu (1989)

Começamos o filme em Louisiana, no ano de 1939. Onde os dois cães, Charlie – um pastor alemão trapaceiro – e seu amigo Sarnento – um bassê que quando fica nervoso começa a se coçar – tentam escapar do canil, mas lógico que a fuga não acontece como o planejado. Mas mesmo assim, alcançam a liberdade. Dessa maneira, resolvem voltar para o cassino que Charlie e seu antigo sócio mantinham, com muita jogatina, corridas de ratos, entre outras artimanhas.



Porém, ficamos sabendo que o bulldog, sócio de Charlie, o perveso Cicatriz, havia mandado que matassem o pastor alemão, e ao saber que ele ainda estava vivo, decide dar um jeito na situação de uma vez por todas. Sarnento que havia entrado numa passagem por engano, ouve o plano ardiloso e tenta avisar seu amigo. O desespero do bassê para tentar acudir o amigo é sensacional. Contudo, Sarnento chega atrasado, e conseguem matar Charlie, realmente.


A sequência dele indo para o Céu, a trilha que acompanha, é algo espetacular, é um dos trechos que curto muito, tanto essa parte, como quando ele é avisado que morreu. Ambas as músicas tem um instrumental que irão sempre impressionar, dentro do contexto que se encontram. Aqui, a anfitriã, diz a situação que Charlie se encontra, e que seu relógio da vida parou de girar… Mas ele a engana, e da corda para que retorne para a Terra e se vingue de Cicatriz, mas ela avisa que talvez ele nunca mais possa voltar, pois aquele era o momento dele.

Na Terra, Charlie descobre que Cicatriz esconde uma garotinha que conversa com os animais, e por isso ele sabia sempre em quem apostar nas diversas corridas. Ao saber disso, os dois cães “salvam” a pequena orfã Ana Maria, e a levam para virar o jogo. Em troca, o pastor alemão promete que encontraria uma família para a menina, e que parte do dinheiro dariam aos pobres – como Robin Hood fazia.


No entanto, acabam se empolgando nas apostas, e Ana Maria ameaça ir embora. Charlie resolve cumprir parte da promessa, e leva pizza para uns filhotinhos que ele visitava casualmente, e parece ter um “affair” com a cadela Flo. Mas a menina descobre que o cão havia roubado uma carteira e fica braba com ele, e resolve, no dia seguinte ir devolve-la. Durante a noite, o relogio de Charlie fica emanando a voz da anfitriã do Céu, e de repente tudo se torna em chamas, rios de fogo, e ele se vê no Inferno.




Cicatriz descobre onde fica o cassino de Charlie, e acaba sobrando pro pequeno Sarnento levar uma surra dos capangas do vilão. O bassê vai até a igreja procurar por Charlie, e os dois discutem, e ele acaba falando que quando Ana Maria não fosse mais útil se livraria dela. Mas a menina acaba ouvindo e foge. Ela acaba sendo capturada por Cicatriz, e Charlie o enfrenta para salva-la.